13 de Julho de 2008

westport

No MIT, em cada corredor há um bebedouro. Destes, a grande parte é refrigerada, ou seja, tem um frigorífico por baixo que faz com que a água saia fresquinha. Mesmo que não houvessem estes bebedouros, concerteza ninguém morreria à sede nestas redondezas, já que ao sentar-se num restaurante, qualquer pessoa é imediatamente oferecida um copo de água, normalmente gelada. E se se consumir água à refeição, num restaurante, a não ser que seja explicitamente pedido que esta venha numa garrafa, água mineral, portanto, ela virá num jarro e sem custo. No entanto a grande maioria das pessoas anda com um cantil na mochila, como o da figura acima. E não são pequenos, na maioria dos casos à volta de litro, havendo até, muito embora raro, quem traga garrafões de um galão (~3,5 L). Sinceramente, não percebo a obcessão.

13 de Julho de 2008

  • Just like NY…é impressionante a quantidade de água que se vê por aqui…

  • Da minha primeira visita aos EUA foi a primeira nota mental que trouxe: “Eu pensava que bebia muita água, mas vão lá beber líquidos para Abrantes!”. A ideia de durante a manhã mamar um Jerrycan de qualquer coisa (sim, aquilo são Jerrycans não são garrafas) dá-me um enjoo danado. Já a água fresquinha (em copos de gomo caraças!) é de aplaudir…

  • É aproveitar enquanto é barato. Quando der para pôr carros a andar, vais ver como é! :p

  • francisco feijó delgado

    Ah isso é verdade. Sobretudo no verão. E nem é preciso pedir nem nada!

  • Hehehe… há-que dizer com frontalidade, que também eu aderi à moda da garrafinha, e até tenho uma toda catita cor-de-rosa do MIT, a que os meus pais apelidam “o biberão”. Que uma pessoa tem de ser manter hidratada! É tipo o ipod.

  • francisco feijó delgado

    Ó Luisa, o ipod faz muita coisa, mas não hidrata ninguém!