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	<title>blog.scheekoFeeling a bit Atlantic today &#8211; blog.scheeko</title>
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	<description>Blog de Francisco Feijó Delgado</description>
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		<title>Feeling a bit Atlantic today</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 02:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>francisco feijó delgado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Raízes]]></category>
		<category><![CDATA[Sons]]></category>

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		<description><![CDATA[O barco vai de saída (é carregar nos auscultadores) O barco vai de saída Adeus ó cais de Alfama Se agora vou de partida Levo-te comigo ó cana verde Lembra-te de mim ó meu amor Lembra-te de mim nesta aventura Pra lá da loucura Pra lá do equador Ah mas que ingrata ventura Bem me [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="https://blog.scheeko.org/mp3/Obarcovaidesaida.mp3"><big><big><big>O barco vai de saída</big></big></big></a><br />
<small>(é carregar nos auscultadores)</small></p>
</div>
<blockquote>
<div style="text-align: center;">
<small>O barco vai de saída<br />
Adeus ó cais de Alfama<br />
Se agora vou de partida<br />
Levo-te comigo ó cana verde<br />
Lembra-te de mim ó meu amor<br />
Lembra-te de mim nesta aventura<br />
Pra lá da loucura<br />
Pra lá do equador<br />
Ah mas que ingrata ventura<br />
Bem me posso queixar<br />
Da Pátria a pouca fartura<br />
Cheia de mágoas ai quebra-mar<br />
Com tantos perigos ai minha vida<br />
Com tantos medos e sobressaltos<br />
Que eu já vou aos saltos<br />
Que eu vou de fugida<br />
Sem contar essa história escondida<br />
Por servir de criado essa senhora<br />
Serviu-se ela também tão sedutora<br />
Foi pecado<br />
Foi pecado<br />
E foi pecado sim senhor<br />
Que vida boa era a de Lisboa<br />
Gingão de rota batida<br />
Corsário sem cruzado<br />
Ao som do baile mandado<br />
Em terras de pimenta e maravilha<br />
Com sonhos de prata e fantasia<br />
Com sonhos da cor do arco-íris<br />
Desvairas se os vires<br />
Desvairas magia<br />
Já tenho a vela enfunada<br />
Marrano sem vergonha<br />
Judeu sem coisa nem fronha<br />
Vou de viagem ai que largada<br />
Só vejo cores ai que alegria<br />
Só vejo piratas e tesouros<br />
São pratas são ouros<br />
São noites são dias<br />
Vou no espantoso trono das águas<br />
Vou no tremendo assopro dos ventos<br />
Vou por cima dos meus pensamentos<br />
Arrepia<br />
Arrepia<br />
E arrepia sim senhor<br />
Que vida boa era a de Lisboa<br />
O mar das águas ardendo<br />
O delírio dos céus<br />
A fúria do barlavento<br />
Arreia a vela e vai marujo ao leme<br />
Vira o barco e cai marujo ao mar<br />
Vira o barco na curva da morte<br />
Olha a minha sorte<br />
Olha o meu azar<br />
E depois do barco virado<br />
Grandes urros e gritos<br />
Na salvação dos aflitos<br />
Esfola<br />
Mata<br />
Agarra ai quem me ajuda<br />
Reza<br />
Implora<br />
Escapa ai que pagode<br />
Reza<br />
Tremem heróis e eunucos<br />
São mouros são turcos<br />
São mouros acode<br />
Aquilo é uma tempestade medonha<br />
Aquilo vai pra´lá do que é eterno<br />
Aquilo era o retrato do inferno<br />
Vai ao fundo<br />
Vou ao fundo<br />
E vai ao fundo<br />
Que vida boa era a de Lisboa</small></div>
<p><small><em>by</em> Fausto Bordalo Dias</small></p></blockquote>
]]>
						</content:encoded>

	
	
	
	
			</item>
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