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	<title>blog.scheekoParvo Universo Infinito &#8211; blog.scheeko</title>
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	<description>Blog de Francisco Feijó Delgado</description>
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		<title>Parvo Universo Infinito</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2006 05:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>francisco feijó delgado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não fui grande admirador d´ &#8220;O Homem Que Mordeu O Cão&#8221;. Tinha uns aspectos ridículos e engraçados, mas nas piadas não encontrava grande alento. Por outro lado, sou fã da restante parvoice de Nuno Markl. O nonsense sempre foi um dos meus humores preferidos. Mas Markl ainda o faz de maneira diferente: a sua recolha [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não fui grande admirador d´ <em>&#8220;O Homem Que Mordeu O Cão&#8221;</em>. Tinha uns aspectos ridículos e engraçados, mas nas piadas não encontrava grande alento. Por outro lado, sou fã da restante parvoice de Nuno Markl. O <em>nonsense</em> sempre foi um dos meus humores preferidos. Mas Markl ainda o faz de maneira diferente: a sua recolha da parvoice pegada, em jeito do Gato Fedorento (suponho que será a escola das Produções Fictícas) é séria e profunda. Ele e Ricardo Araújo Pereira são diferentes, mas no que conheço (que admito possa ser pouco) estão a construir um verdadeiro acervo moderno do ridículo nacional. Ser parvamente cómido deve ser complicado e eles são-no pegando nos bocadinhos da vida, sobretudo na nacional, mastigando tudo, do quotidiano ao profundo. Markl criou Lauro Dérmio, ao mesmo tempo que pôs Cecil B. De Mille a <em>pirlamparar</em>. RAP, a reinterpretação do Zé Povinho.
</p>
<p>
Ambos e suas equipas, assim como as Produções Fictícias, são responsáveis pela dinamização de muitas áreas da cultura portuguesa. Distingo agora, a novela mexicano-radiofónica <a href="http://www.radiouniversoinfinito.com" title="Rádio Universo Infinito">Perdidos no Éter</a>, na Antena 3, um género de coisas que há muito estava perdida. Os parabéns aos responsáveis que deixam estes projectos existirem, mas que possam passar aos grandes palcos e que não sejam apenas projectos marginais de alguns loucos que se deixam correr por aí.</p>
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