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	<title>blog.scheekoJornais de Borla, Jornalismo à Borla &#8211; blog.scheeko</title>
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	<description>Blog de Francisco Feijó Delgado</description>
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		<title>Jornais de Borla, Jornalismo à Borla</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2006 20:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>francisco feijó delgado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavras]]></category>
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		<description><![CDATA[A qualidade paga-se. Eu detesto o Metro, o Destak, a Dica da Semana, o Jornal da Região e outros que tais. Abro logo com duas frases secas. Os gratuitos são gratuitos, mas na maioria dos casos trazem aquilo que a gratuitidade paga, ou seja, nada. Inundam-nos de publicidade e referem pela rama, com uma qualidade [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade paga-se.<br />
Eu detesto o Metro, o Destak, a Dica da Semana, o Jornal da Região e outros que tais.<br />
Abro logo com duas frases secas.<br />
Os gratuitos são gratuitos, mas na maioria dos casos trazem aquilo que a gratuitidade paga, ou seja, nada. Inundam-nos de publicidade e referem pela rama, com uma qualidade duvidosa e um português que dia para dia se degrada mais, notícias, para informar o povo.<br />
Os gratuitos estão a contribuir para a quebra das vendas dos pagos (mas não só, incluindo-se a internet como um dos principais motivadores à não compra de jornais). Por ventura, quem consome os gratuitos já não seria consumidor dos tradicionais, talvez. Há quem diga que, graças aos gratuitos as pessoas lêem mais. Mas se a McDonalds passasse a oferecer as refeições em troca de publicidade nos pacotes, a junk food passava a ser boa e o mais recomendável prato do dia?<br />
Não gosto dos gratuitos por serem folhetins com aparência de grandes.<br />
Mas a verdade é que todo o jornalismo nacional (e neste caso refiro-me em particular ao jornalismo dos jornais, a imprensa, muito embora as critícas sejam generalizaveis), no seu aspecto global, está cada vez pior. A qualidade do português não decresce só nos gratuitos. É por todo o lado. A falta de brio profissional e o <i>tabloidismo</i> entranha-se. Com excepção das crónicas, muitas das notícias vêm ou de outros orgãos de comunicação, muitos dos quais estrangeiros, ou das agências. Para copiar coisas da net, dêem-nos o endereço. Por duas vezes, salvo erro no Público online, já apanhei palavras, ou trechos, em espanhol.<br />
Não gosto dos gratuitos, como já disse, mas se os tradicionais não se dignificam, também vou passar a deixar de gostar deles.</p>
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