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	<title>blog.scheekoAtirar maçãs &#8211; blog.scheeko</title>
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	<description>Blog de Francisco Feijó Delgado</description>
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		<title>Atirar maçãs</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 18:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>francisco feijó delgado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente a Apple lançou, na sua conferência anual de programadores, o Safari para Windows e anunciou que esse seria na prática o único IDE para o vindouro iPhone. Para uns será chinês, mas o objectivo é uma reflexão(zinha) sobre a estratégia de profundidade da Apple. Não sou programador, nem informático, portanto é a opinião de [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a Apple lançou, na sua conferência anual de programadores, o <a href="http://www.apple.com/safari">Safari</a> para Windows e anunciou que esse seria na prática o único IDE para o vindouro <a href="http://www.apple.com/iphone/">iPhone</a>. Para uns será chinês, mas o objectivo é uma reflexão(zinha) sobre a estratégia de profundidade da Apple. Não sou programador, nem informático, portanto é a opinião de um consumidor minimamente interessado, mais ou menos atento.<br />
Acho que devemos começar pelo iPod, o primeiro produto verdadeiramente de massas da Apple. Não vou discutir aquilo que toda a gente sabe. Aliás, a única coisa que vou dizer do iPod é o seguinte: é caro, é bonito, funciona muito bem &#8211; como é filosofia da Apple (isto não significa que tudo o que é Apple é bonito, caro ou funciona bem!) &#8211; e, ao contrário do que era costume com os produtos Apple, está em toda a parte. Por agora o que quero dizer sobre o iPod é isto.<br />
O que me interessa sobre o iPod para já foi a sua capacidade de penetração, trazendo consigo o iTunes, com a sua loja e os podcasts. Nem a venda de música online, nem os podcasts eram originais, mas a verdade é que a Apple conseguiu uma penetração fabulosa. Mais, não é apenas uma larga fatia do mercado. O mais importante é a lenta mas poderosa transformação deste e, mais ainda, do que rodeia o mercado. E na música é a mudança da postura das editoras, dos músicos, da venda digital, do próprio conceito de produção e sobretudo dos direitos de autor. Esta é uma mudança que ainda está a ocorrer e lentamenta vai mudar o panorama de como se faz música.<br />
Ao tentar banalizar os podcasts (puxando utilizadores de macs, pc e linux) a Apple está a quebrar barreiras importantíssimas no que diz respeito às questões de propriedade (e lembro que os podcasts ainda não são dado adquirido na sociedade). Depois veio o DRM e certamente mais virá, sobretudo quando se chegar ao video em plena força, que requere uma infra-estrutura de internet um pouco mais poderosa &#8211; mas que pouco falta.<br />
O iPhone, penso eu, se tiver sucesso poderá tê-lo a dois níveis: o primeiro como dispositivo integrado de alto potencial de comunicação, integração e mobilidade, com uma capa de usabilidade extraordinária. Mais uma vez, nada ou quase nada é totalmente novo, mas o conjunto será.<br />
O segundo nível de sucesso que poderá ter é ser o primeiro promotor da computação móvel. Ao apresentar o Safari em Windows e como única plataforma de desenvolvimento para o iPhone a Apple está lentamente a forçar o primeiro passo para se passar as aplicações para dentro da net, aliadas à mobilidade. Novamente, não é totalmente novo; há as Google Apps, ou aplicações como o <a href="http://www.picnik.com">Picnik</a>, que embora ainda estejam a dar os primeiros passos, já fazem coisas com dignidade e potencial de usabilidade. Aí o iPhone poderá dar os primeiros passos na direcção do computador móvel &#8211; não o computador transportável, como actualmente são os portáteis.<br />
Obviamente ainda falta muito para um futuro desses, mas penso que mesmo que o iPhone falhe por completo (o que não acredito), o futuro está definitivamente a ser lançado em que as aplicações vão correr na internet e vêm buscar recursos mínimos aos nossos terminais, em vez de correrem, como agora, nos nossos computadores, indo buscar dados à internet.</p>
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