Já lá não se encontra, mas ao contrário das últimas vezes, desta feita registei para a posteridade:
Sinceramente, não há palavras. Já é mau que muito do jornalismo seja copiar os press-releases das agências notíciosas (sei lá, que tal combinar vários, pesquisar factos adicionais), mas escusa-se de saber que é mera tradução. E pior, quando o trabalho é mal feito! Já é a terceira vez que vejo disto no Público.
Será que um dia destes as redacções vão passar a contratar tradutores, ao invés de jornalistas? E se o Google Translator funcionar decentemente, em Portugal bastarão aos jornais portugueses computadores?
E depois de ganhos espectaculares nos mercados financeiros, dir-se-ia que a crise passou. Será? Euforia? Quer dizer que as bolsas estão totalmente desligadas da economia real? Anúncios de que os bens estão seguros são o suficiente? Quer isto dizer que depois dum mercado financeiro inflacionado e depois da sustentação dos governos centrais, implica que esperemos que economia atinja os objectivos já estabelecidos?
Não percebo nada disto
Parece que a vantagem de Obama é agora maior que nunca. Por certo a crise financeira tem dado uma ajuda, assim como o desvanecer do deslumbramento inicial em torno de Palin.
Vamos ver se a coisa não descamba até 4 de Novembro. Entretanto fica aqui um video da américa assustadora (muito embora o entrevistador também não seja grande espingarda):
vou parafrasear o Lewis Black, que me foi apresentado pelo Luís:
(…) We’ve got an educational system that’s in the shitter, we’ve got a war going on, there’s on thing after another, and what did our President think was important? Queers. That’s what’s important! That somehow, if we could stop the gays from getting married, everything else would turn out just fine! Everything would change – there’d be solar energy! The Sunni’s and the Shiite’s would lay down their arms: “He stopped the Queers! I love you too.”
in Red, White and Screwed
Não é que seja um grande consumidor de marcas, muito menos no que ao que a roupa diz respeito, mas a notícia deste artigo deixa uma certa pena, talvez nostálgica, mais que o problema que é sempr, uma empresa fechar.
“Narratives of how ‘God blessed me with my first house despite my credit’ were common.
Geralmente tende-se a dizer que as pessoas recorrem mais a Deus e à religião em momentos difíceis, de crise. Este artigo, verdadeiramente assustador, mostra como há quem possa, mesmo em tempos de bonança, deturpar uma mensagem que se quer boa e decente.