26 de setembro de 2004
Neste momento de grande ansiedade popular, numa altura em que todos sentem espicaçadas as glândulas da curiosidade, a grande questão é:
O Sócrates é gay?
26 de setembro de 2004
Neste momento de grande ansiedade popular, numa altura em que todos sentem espicaçadas as glândulas da curiosidade, a grande questão é:
O Sócrates é gay?
22 de setembro de 2004
E sobre o que se passou com as listas de colocação de professores…
Tudo isto é ridículo. É certo que é muito aborrecido, especialmente para pais e professores efectivos, começar tarde o ano lectivo: os pais não têm onde, nem com quem deixar os seus filhos e os professores terão de se apressar para acabar os já de si extensos programas.
Mas o pior não é isso: os professores não colocados não sabem onde vão ficar; terão que alugar casa? e os seus filhos? onde irão viver no próximo ano. É certo que nem todos sofrerão estas mudanças, mas muitos têm de infrentar esta incerteza enorme.
Porém para mim, o mais grave talvez seja a falta de respeito de tudo isto, não só pelos motivos acima mencionados, mas pela forma como revela a maneira como somos governados. Largos milhares de euros deverão ter sido pagos a quem fez o programa e tantos outros serão necessários para reconstruir o tal programa, bem como os que devem estar a ser pagos a título extraordinário para assegurar que as listas saiam a tempo, que não saem.
E isto é só para falar na educação.
16 de setembro de 2004

Paradoxo Comercial
O meu irmão diz que as minhas piadas não têm piada, mas para mim, é inevitável: às vezes não consigo parar de rir.
9 de setembro de 2004

Isto é aquilo a que chamo verdadeira liberdade de expressão!
in Pùblico Local 8 de Setembro
5 de setembro de 2004
Estão quase a chegar os New Sounds of Portugal. Não marquem nada para dias 17, 18 e 19 de Setembro…
3 de setembro de 2004
De regresso de férias, relato um pequeno incidente, que vi retratado num telejornal estival da televisão pública, mas que, curiosamente, ninguém ou quase ninguém soube e cuja minha pesquisa em jornais on- e off-line resultou infrutífera por não encontrar qualquer referência à notícia.
Segundo a RTP (possivelmente haverá falhas nos detalhes, porque não tenho outro registo em que me possa basear, se não a minha memória), um juiz mandou diminuir (mesmo anular?) a duração da pena imposta na sentença do primeiro julgamento dos oficiais corruptos da GNR-BT, sendo o fundamento do recurso: “ganhavam pouco”.
Bela maneira de voltar ao Portugal português. Será que anda aí alguém que não ache isto estranho? Será que anda aí alguém que quer efectivamente que o país melhor?