24 de julho de 2008
E hoje faz exactamente dez anos que morreu o meu pai.
23 de julho de 2008

Before The Devil Knows You’re Dead
Falou-se muito do No Country For Old Men que, com razão de sobra, foi premiado pela sua história de violência, numa América profunda. Before The Devil Knows You’re Dead não tem a reflexão fargoana, mas a brutalidade da história, juntamente com os brilhantes papéis urbano-depressivos de Philip Seymour Hoffman e Ethan Hawke, combinam-se numa narrativa que literalmente dá a volta ao estômago a qualquer um. Para finalizar um brilhante filme, a forma como a história é contada, em diferentes perspectivas e cronologias.
21 de julho de 2008
Apple products work. And if you by more than one, they work better.
FORTUNE
20 de julho de 2008
O MIT, como campus, não é geograficamente muito extenso. Talvez uma vez e meia a cidadade universitária de Lisboa, embora com muito maior densidade. Há dias, a propósito da construção do novo instituto para o estudo do cancro, cuja primeira pedra foi lançada há poucos meses, a Presidente do MIT falava duma oportunidade única para concentrar no mesmo lugar físico a comunidade científica que se encontra dispersa pela universidade. Note-se bem, dispersa pela universidade.
Esta é uma evidência que, apesar da internet e de todos os meios de comunicação existentes e que sem dúvida facilitam a troca de ideias e promovem a colaboração, não é facilmente ultrapassada. Desde que cá estou que notei uma grande ausência de artigos europeus da discussão científica. Não é que na Europa não se faça ciência de qualidade, mas a verdade é que o sair da porta do laboratório e encontrar logo ali um especialista da área é uma conveniência muito grande e que acaba por limitar a necessidade de se estender os braços para o resto do mundo. Não digo que isto elimine a necessidade de colaboração internacional, não, nada disso. Mas numa cidade como Boston, com instituições como o MIT, Harvard, Boston University, Mass General e por aí adiante, todas à distância de umas poucas estações de metro umas das outras, a necessidade de se procurar coisas além muros é muito menos evidente. Mas também demonstra a fragilidade que podem ter projectos científicos geograficamente dispersos. Ou melhor dizendo, sem massa crítica humana relevante.
20 de julho de 2008

Depois dos The Delgados, mais uma banda a colecção bandas que me chamaram a atenção pelo nome que têm, Portugal. The Man, direitinhos do Alasca.
What is it about Portugal The Man that makes them stand out, that separates them from every other rock band?
Is it due to an unconventional upbringing in the magical and menacing tundra of the Land of the Northern Lights? Maybe it has something to do with their visceral live shows, their effortless ability to create concert experiences that differ wildly from night to night. Or perhaps it’s due to the bond they actively forge with their ever-growing fan base evidenced by their showing up to in-store signings, radio stations or interviews with personalized paintings for their supporters.
I just don’t get the name.
13 de julho de 2008
13 de julho de 2008

No MIT, em cada corredor há um bebedouro. Destes, a grande parte é refrigerada, ou seja, tem um frigorífico por baixo que faz com que a água saia fresquinha. Mesmo que não houvessem estes bebedouros, concerteza ninguém morreria à sede nestas redondezas, já que ao sentar-se num restaurante, qualquer pessoa é imediatamente oferecida um copo de água, normalmente gelada. E se se consumir água à refeição, num restaurante, a não ser que seja explicitamente pedido que esta venha numa garrafa, água mineral, portanto, ela virá num jarro e sem custo. No entanto a grande maioria das pessoas anda com um cantil na mochila, como o da figura acima. E não são pequenos, na maioria dos casos à volta de litro, havendo até, muito embora raro, quem traga garrafões de um galão (~3,5 L). Sinceramente, não percebo a obcessão.
10 de julho de 2008

Já devia ter escrito algo há bastante mais tempo. Mas não saía nada. O exame correu bem e a vida continua.