14 de fevereiro de 2006

Bu bu shi budi bupi doo. Kukuxumsu.

14 de fevereiro de 2006

14 de fevereiro de 2006

Pronto, eu sei, tenho muito tempo livre e não consigo parar de fazer estas porcarias, mas pronto, cá vai, a minha segunda incursão nos podcasts, mas desta vez a solo. O episódio piloto aqui: http://podcast.scheeko.org.

14 de fevereiro de 2006

13 de fevereiro de 2006

Hoje de manhã saí de casa com o chapéu posto. Chuviam bigornas como Deus as dava. E é aquilo é perigoso! Nestes dias os preços dos hamburguers estão estupidamente altos. É a crise, dizem uns. Eu acredito que as pessoas ainda não a sentem como deve ser. Os hamburguers são apenas o começo; depois virão os piaçabas, mais tarde as Ape 50 e por fim o 605 forte a preços incomportáveis. A minha renda de casa subiu dez euros e vinte três cêntimos. Para quem já paga doze ponto vinte e dois é um ultraje! Logo à noite vou desancar a senhoria, com uns capangas que contratei junto ao Mezcal sábado à noite. O telefone que me deram não funciona, mas estou confiante que eles vão aparecer. Já tratei de arranjar uma moca de rio maior e de decorar as falas do carrasco do William Wallace no filme Braveheart.
No trabalho, uma infestação de formigas. Achei estranho elas serem brancas e rosas, mais ou menos na proporção de duas brancas por cada rosa. Ainda assim, fomos obrigados a trabalhar; ao que parece o veneno dos insectos não era muito perigoso.

Nota: aos mais distraídos, isto é FICÇÃO! =)

13 de fevereiro de 2006

7 de fevereiro de 2006

»»»» POST EXCLUSIVO
Confesso que fiquei sensibilizado pela atenção que me deram e pela preocupação que manifestaram. Mas eu próprio fiquei perplexo e logo a seguir bastante divertido com a comicidade da situação (obrigado Marta!). Portanto…

A ELSA ESTÁ BEM DE SAÚDE E RECOMENDA-SE

Agora… olha que realmente! Onde é que nestas palavras, vocês foram desencantar que a Elsa era a mesma?

Gostávamos um do outro e as palavras que a pequena Elsa timidamente libertava não só nos aproximavam, como nos davam uma alegria difícil de explicar.

Virgem Santíssima, realmente, a Elsa não tem dois metros, mas, mas, mas… Seguinte: mais adiante no post, quem morre não é a Elsa, mas sim a pessoa de nome omisso, sobre quem o sujeito da história elabora um pensamento.
E dois dias depois eu ia alegremente gravar podcasts?! Andam vocês a tirar doutoramentos!
😛

7 de fevereiro de 2006

7 de fevereiro de 2006

bbc O Petróleo e o seu fim. Um documentário, de 2004, que a meu ver traduz muito bem um problema grave para a América, o maior consumidor de petróleo do mundo. A crise da dependência de petróleo será (ou está a ser?) mundial, mas os americanos em particular têm um problema maior: o seu modo de vida, algo que nós não temos a consciência do que é, ou pelo menos da importância do petróleo nele, porque vivemos do lado de cá do Atlântico. Além disso, a curiosa explicação da teoria do pico de produção, assim como a revelação do pouco esforço que está a ser feito na procura dos substitutos do petróleo, ou na minimização do seu consumo até os substitutos aparecerem.

7 de fevereiro de 2006

5 de fevereiro de 2006

O fenómeno do phishing (roubar dados criando sites falsos) anda bem por aí. E será que funciona? Será que os criminosos ganham com isto? A verdade é que cada vez estão melhores, como por exemplo www.millenniumbcp.info. Yep, é mesmo falso. Agora uma coisa: para alguém que se dá ao trabalho de copiar algo tão bem, ao menos aprendam a falar português decentemente!

5 de fevereiro de 2006

2 de fevereiro de 2006

Primeira incursão no mundo da audiofonia digital. Audiofonia? Áudio e fonia? Ok, leve lá a Fónia que eu fico com o áudio: contrabandismo de podcast.

2 de fevereiro de 2006

31 de janeiro de 2006

Não é que as coisas lá em casa estivessem mal. Não, pelo contrário; tínhamos encontrado um equilíbrio bastante saudável e agradável. Gostávamos um do outro e as palavras que a pequena Elsa timidamente libertava não só nos aproximavam, como nos davam uma alegria difícil de explicar. Não sei porque me fui lembrar de ti. Certamente não foste a mulher mais culta que eu conheci. Tinhas um feitio complicado, manias difíceis de compreender e com as quais era difícil conviver. Não eras sequer tremendamente bonita. Mas eras arrebatadora. Quando fomos viver juntos tu e eu sabíamos que não era para sempre, nem sequer por muito tempo. Estávamos determinados a aproveitar enquanto durasse. Lembro-me agora do dia em que preparámos aquele pequeno-almoço juntos, que se prolongou saborosamente até ao almoço. Tinha ido bem cedo de manhã comprar ingredientes deliciosos, iguarias; tu na cama. O sol entrava pelos vidrinhos da janela de madeira da cozinha e dava-lhe um aspecto asséptico e brilhante, mas ainda assim reconfortante. Tudo, mas mesmo, tudo foi perfeito. Do resultado da nossa expedição gastronómica a cada troca de olhares, tudo foi perfeito. Não sei sequer como o descrever; a imagem melhor talvez seja a de ti, a entrares descalça na cozinha, pisando os gelados azulejos brancos e a recostares-te ao balcão de madeira, com o roupão turco branco, que te ficava grande, mas que te envolvia tão delicadamente, quanto os raios de sol que entravam pela janela. Sei que não fui o único que me deslumbrei por ti. Mas sei que fui o mais importante para ti. Não por capricho de vanglória vã, mas porque ouvi o amo-te que inadvertidamente deixaste escapar, quando pegaste na minha mão e olhaste para a oliveira, que estava lá fora, metálica, ao sol, do outro lado da janela. Foi baixinho. Mas ouvi. Não tinhas o direito de morrer. Mesmo que já soubéssemos que não iríamos viver juntos.

31 de janeiro de 2006

29 de janeiro de 2006

29 de janeiro de 2006

26 de janeiro de 2006

Não fui grande admirador d´ “O Homem Que Mordeu O Cão”. Tinha uns aspectos ridículos e engraçados, mas nas piadas não encontrava grande alento. Por outro lado, sou fã da restante parvoice de Nuno Markl. O nonsense sempre foi um dos meus humores preferidos. Mas Markl ainda o faz de maneira diferente: a sua recolha da parvoice pegada, em jeito do Gato Fedorento (suponho que será a escola das Produções Fictícas) é séria e profunda. Ele e Ricardo Araújo Pereira são diferentes, mas no que conheço (que admito possa ser pouco) estão a construir um verdadeiro acervo moderno do ridículo nacional. Ser parvamente cómido deve ser complicado e eles são-no pegando nos bocadinhos da vida, sobretudo na nacional, mastigando tudo, do quotidiano ao profundo. Markl criou Lauro Dérmio, ao mesmo tempo que pôs Cecil B. De Mille a pirlamparar. RAP, a reinterpretação do Zé Povinho.

Ambos e suas equipas, assim como as Produções Fictícias, são responsáveis pela dinamização de muitas áreas da cultura portuguesa. Distingo agora, a novela mexicano-radiofónica Perdidos no Éter, na Antena 3, um género de coisas que há muito estava perdida. Os parabéns aos responsáveis que deixam estes projectos existirem, mas que possam passar aos grandes palcos e que não sejam apenas projectos marginais de alguns loucos que se deixam correr por aí.

26 de janeiro de 2006

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