Este verão, quando ainda não tinha férias, vi crescer o jardim do Arco do Cego. Boa iniciativa. Aquilo ficou mesmo bem, pelo menos a primeira fase. Tirando o facto de terem retirado toda a relva que tinham semeado e regado exaustivamente a horas de intenso calor, num verão de seca brutal, por estar a crescer devagar demais para as eleições que se avizinhavam em Setembro e a terem substituido por tapetes de relva já crescida, tirando isso, tudo bem! Que é o desperdício de dinheiro e água quando se pode ter um jardim tão bonito inaugurado a tempo de eleições.
O jardim está bestial. Vão vê-lo e disfrutá-lo. Agora, pensei, só faltam quatro anos para acabar a 2ª fase. A fase em que, segundo os lindos taipais que lá estão, vai ser feito um jardim coberto na antiga estrutura eiffeliana da gare.
Ora, não é meu espanto quando vejo aturados trabalhos a decorrerm sob a estrutura metálica. Queres ver que ainda pode haver fé no Homem Político? E quando passava por aquilo que eu pensava iria ser a futura entrada do jardim coberto.
– “Hey, isto não é entrada de jardim… Para que tem um jardim uma entrada em alcatrão debruado a linhas amarelas? Queres ver…”
Dou a volta e espreito pela janela. Oh! Um lindo e novo parque de estacionamento. E coberto!
E que tal promoverem a reforma a avós que pretendam ajudar a tratar dos seus netos. Isto é, em vez de se dar ajudas de custo para creches e infantários, incentiva-se os avós a recolherem os seus netos já que os paizinhos trabalham de manhã à noite. Assim, além de se abrirem vagas para empregar mais jovens, pode-se combater o facto de as pessoas terem poucos filhos e cada vez mais tarde. Além disso promove-se o crescimento saudável num ambiente familiar, pelo menos no início de vida. Se há falta de jovens e nós somos cada vez mais uma sociedade de velhos, simplifique-se a procriação. De forma saudável, claro.
Para repor a justiça, a verdadeira entrevista é esta.
Antes de tempo, aha, cá está ela aqui. Mas estão a fazer uma entrevista a um alegado humorista-wannabe, desde já afirmo que não sou eu.
Link do site da TSF
Tunga… amanhã às 13h10, na TSF, je em entrevista ao João Paulo Meneses do Radio.com. Lal lal alala la, toma, toma, toma.

Ah pois, este já iam ver.
“D´zrt: Roubar a música é matar a música. Sempre que sacas uma música estás a contribuir para que os nossos concertos acabem.”
Em www.pro-music.com.pt
Pessoal… que estamos à espera?! Ainda por cima é uma música, não é preciso ser deles!
Para quem andava distraído, hmm, distraído, hmmm, saíu o terceiro episódio do Que Coisa…
É só carregar aqui.
Há quem reclame as benesses da flatulência e, em alguns dias, incluio-me nessas pessoas. Mas ontem à noite fui vítima, juntamente com outras pessoas que partilhavam a mesma composição do metropolitano, de um atentado terrorista e potencialmente suicida. O perpetrador não morreu, acabei por não ver sequer quem era, portanto não o posso identificar, sequer. Mas o pérfido acto que cometeu permanecerá na minha memória durante largos anos, senão para sempre. A reação começou com um alheio “esta estação cheira a esgoto”. Mais tarde vimos que não era nem a estação que fedia, nem era a esgoto que o aroma cheirava. Posto isto, as reacções foram muitas e variadas, mas principalmente o riso (haveria gás hilariante à mistura?) e a fuga.
Pfiuuu.