27 de maio de 2009


O que fomos fazer à Califórnia. Parte de… também levámos com uma multa de trânsito.
PS: João – “uma ruptura muito notável com os últimos oito anos“.

27 de maio de 2009

26 de maio de 2009

autista

s. 2 gén.
   1.  Pessoa que guia automóvel.
adj. 2 gén.
   2.  Que sofre de autismo.

Retirado daqui.

26 de maio de 2009

26 de maio de 2009

Eleições Europeias
Paulo Rangel tem ataque de traques quando questionado sobre ausência de Rui Rio 
27.05.2009 – 00h31 Lusa
O cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias, Paulo Rangel, teve hoje um ataque de traques ao ser questionado pelos jornalistas sobre a ausência de Rui Rio num encontro com autarcas sociais-democratas do Distrito Porto.

“Onde é que está o dr. Rui Rio?”, perguntou-lhe um dos jornalistas, no final do encontro, que decorreu na Casa de Cultura de Paredes.

“Olhe, não está cá o dr. Rui Rio, não está cá o dr. Luís Filipe Menezes, não estão cá todos. É um encontro com…”, começou por responder Paulo Rangel, libertando um traque nesse momento e não conseguindo terminar a frase.

Questionado sobre por que motivo Rui Rio não esteve no encontro de hoje à noite com autarcas do Distrito do Porto, o candidato social-democrata conseguiu dizer: “Ah, isso não sei, mas…”. E não conseguiu evitar um segundo traque.

“Peço desculpa mas enfim…” – acrescentou Paulo Rangel, libertando um traque uma terceira vez.

“Acho que Deus o castigou pela sua pergunta”, disse então ao jornalista da TSF que o tinha questionado sobre Rui Rio, fazendo rir os elementos da comunicação social e os apoiantes que o rodeavam e escutavam as suas declarações.

“Eu ia perguntar se era alguma alergia”, observou uma jornalista.

Depois das risadas, Paulo Rangel conseguiu finalmente dar a sua resposta: “O que eu queria dizer é que não têm de estar todos os autarcas aqui. Agora ninguém tem dúvidas, julgo eu, já que falou do dr. Rui Rio, de que a nossa cumplicidade é antiga”.

“Fui a primeira pessoa que fez o programa do dr. Rui Rio. Estivemos juntos ainda no sábado, haverá ocasiões com certeza para voltarmos a estar”, concluiu.



Só porque estas notícias são extremamente relevantes.

26 de maio de 2009

26 de maio de 2009

Panorâmica da praça do Comércio e encosta do Castelo de São Jorge, Paulo Guedes, 1886-1947

para ouvir

DaedelusSoulful of Child (Invention | 2002)

Terreiro do Paço Pelo que consta, há quem queira transformar o Terreiro do Paço num pullover aos losangos.
O projecto não é completamente mau e acho piada aos “riscos” (ao que parece simbolizam as linhas das cartas antigas) nos passeios laterais. Agora retirar a calçada portuguesa é que me parece excessivo. Não percebi ainda qual é o tipo de pavimento, mas não há motivo para que não seja calçada. Quando é bem feita, além de marco cultural, drena bem e fica perfeitamente nivelado.
Vamos ver o que sai daqui, se é que se vai decidir alguma coisa, já que todo este processo parece um tanto ou quanto obtuso.

Terreiro do Paço

26 de maio de 2009

25 de maio de 2009

Têm sido uns dias com pouco tempo para me dedicar à escrita por estes lado e, em jeito de sumário, aqui vão alguns pensamentos sobre o que se tem passado.
Obama
A campanha já foi e o Presidente depara-se agora para confrontar as suas promessas. Houve agora duas polémicas relativamente ao que herdou de Bush no domínio da política internacional. Enquanto compreendo a posição de proibir a exibição das fotografias dos maus tratos infligidos por soldados americanos – o que está feito, está feito e não é, por esta altura, nenhum segredo, – não consigo compreender totalmente a reversão nas comissões de julgamento dos presos de Guantanamo. Não sei se se trata da única manobra política possível, uma vez que o próprio Senado Democrático se virou contra o plano de Obama, mas a verdade é que deveria ter sido maior os esforço para enquadrar os presos no sistema legal civíl ou militar.
Os partidos e os financiamento
Não sou contra o aumento do financiamento em si mesmo, apesar, mas que seja feito sem mecanismos que permitam a transparência e a associação a contribuintes reais (aqueles que não os Jacintos Leites deste país) é de bradar aos céus. E pelos vistos, fazem-nos em coro.
A “professora”
Só disse barbaridades. E sim, é mau andar-se a discutir a sexualidade e a virgindade (a não ser que a aula seja sobre Isabel I de Inglaterra, já que é professora de história) da forma labrega que aquela senhora fez. Mas o que mais me chocou naquela conversa toda foi a forma como a professora se dirigiu às mães das alunas. Podia ter dito que eram mal-educadas, que não eram corteses no trato, que não respeitavam a professora ou até que incitavam as suas filhas a serem impróprias. No entanto escolheu dizer que as referidas senhoras, por não terem mais que o décimo segundo ano, ao contrário dela própria, que é licenciada e mestre, estão abaixo da sua condição.
Uma professora que diz isto, não sabe para que serve a educação, portanto não tem consciência do que é o seu próprio trabalho. Obviamente não sou contra a educação, pelo contrário. Mas há que respeitar aqueles que não puderam prosseguir estudos, pelas demais vicissitudes da vida, bem como os que optam não prosseguir esses mesmos estudos, ora porque não lhes interessa, ora porque optam por profissões que não requerem esse tipo de qualificações, profissões essas que não só são dignas e válidas, como necessárias à sociedade.
A professora deliberadamente humilhou as mães das alunas, que já por si é uma prática dúbia, quando praticada por professores relativamente aos alunos, e usando um motivo que em nada tem de humilhante. A professora revelou sofrer da “doutorite”, sendo claro que não sabe qual é o objectivo último de um diploma, ou pior, em termos gerais, da educação. Costuma dizer-se que é em momentos de tensão que o melhor e o pior de nós vem ao de cima. Aqui viu-se a fibra da professora. Temo, infelizmente, que não seja a única.
Uma nota para os senhores jornalistas que não ponderam as declarações de alunos com dezanove anos, membros de turmas cujas as idades normais são dos treze aos quinze anos.

25 de maio de 2009

25 de maio de 2009

25 de maio de 2009

19 de maio de 2009

Isto tem dado pouco para palavras, portanto aqui fica outra daquelas que todos nós, um dia, já quisemos fazer.

19 de maio de 2009

14 de maio de 2009


O tempo tem sido pouco, portanto apenas opino aqui, brevemente, sobre a origem do H1N1 humano. Veio de algures dos confins da internet.
PS: Quem nunca quis fazer isto, que atire a primeira pedra.

14 de maio de 2009

9 de maio de 2009

Parece realmente inovador.

9 de maio de 2009

8 de maio de 2009


Retirado daqui.

8 de maio de 2009

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