26 de maio de 2007


As verdadeiras razões que levaram José Mourinho a deixar o evento do Chelsea e a correr até casa, onde queriam levar o seu cão, o special dog, para quarentena estão agora disponíveis para todos ouvirem, pelo próprio (em inglês):

in BBC

26 de maio de 2007

24 de maio de 2007

Todos conhecemos o Evgueny Mouravitch da RTP1. No entanto, poucos saberão que no passado dia 22 de Maio, no Music Town de Moscovo, Mouravitch lançou AI, o seu segundo álbum, que conta com uma música em português, Toque de Dedo.
Num som um tanto ou quanto exótico, mas muito interessante, original e agradável, aqui fica uma das músicas:

O restante poderá ser ouvido aqui.

24 de maio de 2007

21 de maio de 2007

Será blasfémia para uns, heresia para outros, para uns patetice, mas para mim faz sentido. A verdadeira receita de como se chega à conclusão que Deus não existe* (com exemplos práticos!). Pelo menos o Deus cristão, muçulmano, judaico, ou qualquer outro(s) referido(s) pela maioria das religiões humanas.

1. Compreender a beleza natural do mundo e do universo, dos seres vivos e dos inertes, e senti-la como fruto da magnânimidade de Deus (p.e., quando ficamos maravilhados com uma paisagem);
2. Descobrir um pouco mais dos sistemas físicos, sobretudo os biológicos e ser capaz de se deslumbrar pela organização e a precisão deles, mas sobretudo pelo seu incrível grau de complexidade e aí deslumbrar-se ainda mais com a capacidade e a beleza do mundo que Deus criou (p.e. quando vemos algo num documentário sobre a Natureza, o Reino Animardo Odisseia que nos faz soltar um extasiado “é impressionante como a Natureza funciona tão bem!”);
3. Fazer um exercício de encadeamento e “intuição lógica” simples, que nos leva à conclusão de que Deus não faz sentido.

E é tudo! É só isto! Não é preciso debater e rebater sobre se há Alma, se Deus nos guia ou não, se interfere nas nossas vidas, se há Céu, Paraíso ou Inferno, se os santos operam milagres. É bastante eficaz e deixa poucas ou nenhumas dúvidas.
Resta, porém, dizer (e daí o *) que há umas condições: primeiro, esta receita permite chegar à conclusão de que Deus não existe, mas não permite provar que ele não existe. Digamos que é uma conjectura, baseada não em fé, mas em indícios (dos quais não falo aqui). A prova, a meu ver, será uma questão de tempo, pela necessidade de se resolverem questões intermédias. Segundo, para se avançar na receita é preciso cumprir o que está no ponto anterior. Por fim, a única coisa que esta receita não permite, é saber como foi criado o Universo. E aí, pronto, é verdade, a receita falha, e pode admitir-se, se se quiser, a existência de um Deus, criador do Universo e… bem, e só isso, só criou o instante inicial do Universo e pôs lá tudo o que nessa altura lá havia. Onde? No sítio onde começou o Universo.

21 de maio de 2007

20 de maio de 2007

83,7 por cento da população empregada, com pelo menos um filho ou dependente a quem prestem cuidados, diz que não deseja alterar a sua vida profissional para poder dedicar mais tempo a cuidar deles. Os que admitem desejar trabalhar menos para conseguir aquele objectivo representam apenas 13,4 por cento. A percentagem de mulheres nesta situação mais do que duplica a dos homens (18,8 por cento contra 8,1).

in Público
Parte do problema das escolas e da educação nacional está naquilo que cito do Público/INE acima. Cada vez mais as pessoas descartam-se das famílias e dos filhos. E uma das coisas que fazem é sobrecarregar as escolas com exigências que não podem ser feitas. À parte de graves problemas vindos do sistema, dos professores e do ministério, uma grande porção virá também desta desresponsabilização colectiva e disso, pouco se fala.

20 de maio de 2007

17 de maio de 2007


E há que dar o devido descrédito ao design arrepiante dos templates do Powerpoint.

17 de maio de 2007

17 de maio de 2007


Os melhores momentos:

– Oh this guy again…
– Oh little guy (..) the tears just aren’t coming!
– What is wrong with you!
– Hey, we want discount!

in Arrested Development

17 de maio de 2007

16 de maio de 2007


No fim dum artigo da CNN, sobre o caso Madeleine

16 de maio de 2007

15 de maio de 2007

Se as notícias se confirmarem e se os motivos forem os certos, vivas para o Seara, apupos para António Costa.

[Actualização]
Comentário às declarações do Primeiro-Ministro.
É triste que, para que possa apresentar um candidato forte e competente, como afirmou o Primeiro-Ministro, às eleições Municipais de Lisboa, o PS tenha de retirar esse mesmo elemento ao Governo do país.
[Actualização 2]
E volta o Mimoso.

15 de maio de 2007

14 de maio de 2007

14 de maio de 2007

10 de maio de 2007

Os partidários de Marques Mendes não hesitaram em considerar a sua atitude perante a situação de Carmona Rodrigues corajosa. Quando se vê um velhinho que caiu ao chão, ninguém chama corajosa à pessoa que o assiste. É apenas a atitude correcta e decente, aquilo que deve ser feito. Nada mais. Nada menos.
É pena que nos dias que correm, ser decente signifique ser corajoso. Claro que isso não significa que a atitude não seja de louvar. As em sentido contrário, no entanto, como do PS em Oeiras, a ser verdade, deveria ser alvo de forte condenação e indignação.
Por outro lado, na Madeira, Jardim ganhou, mas ganhou tempo, apenas e só. A lei continuará na mesma. Aqui Mendes já disse que a derrota era do Primeiro-Ministro (!), mas como com quase todos os políticos do continente, lhe faltou a coragem para dizer e fazer aquilo que se impunha. Como nota final, sou só eu que acho paradoxal o pedido de mais dinheiro contraposto com ameaças independentistas?

10 de maio de 2007

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