15 de Maio de 2007

Se as notícias se confirmarem e se os motivos forem os certos, vivas para o Seara, apupos para António Costa.

[Actualização]
Comentário às declarações do Primeiro-Ministro.
É triste que, para que possa apresentar um candidato forte e competente, como afirmou o Primeiro-Ministro, às eleições Municipais de Lisboa, o PS tenha de retirar esse mesmo elemento ao Governo do país.
[Actualização 2]
E volta o Mimoso.

15 de Maio de 2007

  • Porque…

  • Porque não acredito que quem ache que está a fazer um bom trabalho saia assim, a meio de um mandato. A não ser que seja para fazer algo de muito maior ou mais abrangente, e mesmo assim há que ponderar no que fica para trás e como fica(caso de Durão Barroso).
    No caso de Seara, se o fizesse, seria claramente trocar de lugar por protagonismo, já que, insisto, se acha que está a fazer um bom trabalho, o Concelho de Sintra tem muito mais gente e muito mais problemas.
    No caso de António Costa, tem em mãos um ministério trabalhoso, especialmente agora que vem o Verão. Cheira muito mais a necessidade de protagonismo e para evitar “queimar-se”.
    Sinceramente não acredito que quem esteja envolvido num projecto, a fundo, com pés e cabeça, com interesse e com dedicação, queira sair assim de um dia para o outro, a não ser, como disse, para algo muito maior. E eu acho que não o é em nenhum dos casos.

  • Não é nenhum dos casos não…
    Mas o Seabra não é santo nenhum! O gajo não vai para Lisboa simplesmente porque sabe que as probabilidades jogam muito contra ele. Ele não se quer queimar, principalmente quando o PS vai buscar um “tanque” para combater p’lo cargo.
    São jogadas de pura tática política. Mete-me um pouco de nojo porque não jogam limpo, mas é assim que funciona, infelizmente.

  • Atenção, não digo que nenhum seja santo! Nem sequer acho que sejam. Aqui estou meramente a opinar sobre a validade moral e ética do resultado de decisões políticas.
    Também concordo contigo no que diz respeito ao Seara, acho que se não avançou, não é por Sintra, embora o resultado acabe por ser esse.